sexta-feira, 22 de outubro de 2010
MeninasXMulheres
As meninas pensam que sua felicidade depende de ter um homem a seu lado.
As mulheres sabem que sua felicidade não pode depender de uma só pessoa.
As meninas querem controlar o homem em suas vidas.
As mulheres sabem que se o homem é realmente seu, não há necessidade de controlá-lo.
As meninas pensam que um homem deve de ser muito valente.
As mulheres sabem que os homens que presumem sê-lo, resultam ser muito covardes.
As meninas roubam o homem de outras sem importar o sofrimento alheio.
As mulheres sabem que há suficientes homens livres para todas.
As meninas esperam que os homens voltem.
As mulheres não recolhem o que outras já pisaram.
As meninas pensam que os homens vão mudar.
As mulheres já se deram conta de que jamais será assim.
As meninas têm medo de ficar sozinhas.
As mulheres utilizam-no como tempo para seu crescimento pessoal.
As meninas ignoram os bons homens.
As mulheres ignoram os maus.
As meninas fazem com que ele volte para casa.
As mulheres fazem com que ele queira voltar para casa.
As meninas deixam sua agenda aberta e esperam que seu homem fale para fazer planos.
As mulheres fazem seus planos e carinhosamente notificam aos homens para que eles se integrem como melhor lhes convenha.
As meninas monopolizam o tempo de seu homem.
As mulheres dão-se conta de que um pouco de espaço, faz do tempo juntos algo mas especial.
As meninas acham que um homem que chora é débil.
As mulheres oferecem seu ombro e um lenço.
As meninas lastimadas por um homem, fazem que todos os homens paguem por isso.
As mulheres sabem que foi só um homem.
As meninas apaixonam-se e perseguem sem descanso.
As mulheres sabem que algumas vezes o que tu amas, não te amará e continuam seu caminho sem rancor.
As meninas lerão isto e farão uma careta.
As mulheres rirão em meio a sua serenidade.
By:Kamila Motta
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Os dois horizonte
Dois horizontes fecham nossa vida:
Um horizonte, — a saudade
Do que não há de voltar;
Outro horizonte, — a esperança
Dos tempos que hão de chegar;
No presente, — sempre escuro, —
Vive a alma ambiciosa
Na ilusão voluptuosa
Do passado e do futuro.
Os doces brincos da infância
Sob as asas maternais,
O vôo das andorinhas,
A onda viva e os rosais.
O gozo do amor, sonhado
Num olhar profundo e ardente,
Tal é na hora presente
O horizonte do passado.
Ou ambição de grandeza
Que no espírito calou,
Desejo de amor sincero
Que o coração não gozou;
Ou um viver calmo e puro
À alma convalescente,
Tal é na hora presente
O horizonte do futuro.
No breve correr dos dias
Sob o azul do céu, — tais são
Limites no mar da vida:
Saudade ou aspiração;
Ao nosso espírito ardente,
Na avidez do bem sonhado,
Nunca o presente é passado,
Nunca o futuro é presente.
Que cismas, homem? — Perdido
No mar das recordações,
Escuto um eco sentido
Das passadas ilusões.
Que buscas, homem? — Procuro,
Através da imensidade,
Ler a doce realidade
Das ilusões do futuro.
Dois horizontes fecham nossa vida.
Um horizonte, — a saudade
Do que não há de voltar;
Outro horizonte, — a esperança
Dos tempos que hão de chegar;
No presente, — sempre escuro, —
Vive a alma ambiciosa
Na ilusão voluptuosa
Do passado e do futuro.
Os doces brincos da infância
Sob as asas maternais,
O vôo das andorinhas,
A onda viva e os rosais.
O gozo do amor, sonhado
Num olhar profundo e ardente,
Tal é na hora presente
O horizonte do passado.
Ou ambição de grandeza
Que no espírito calou,
Desejo de amor sincero
Que o coração não gozou;
Ou um viver calmo e puro
À alma convalescente,
Tal é na hora presente
O horizonte do futuro.
No breve correr dos dias
Sob o azul do céu, — tais são
Limites no mar da vida:
Saudade ou aspiração;
Ao nosso espírito ardente,
Na avidez do bem sonhado,
Nunca o presente é passado,
Nunca o futuro é presente.
Que cismas, homem? — Perdido
No mar das recordações,
Escuto um eco sentido
Das passadas ilusões.
Que buscas, homem? — Procuro,
Através da imensidade,
Ler a doce realidade
Das ilusões do futuro.
Dois horizontes fecham nossa vida.
By:Kamila Motta Machado de Assis
Marmita
Marmita éer aquela comida rapidinha e façil, você pode comer a qualquer hora, apesar que vai ter que pagar...Claro ela éer de CUba, e num éer pra pobre nau... mas num se preucupe ela pode fazer um pouquinho mais barato éer só negoçiar, mas com ela ,teem que chegar chegando, por que com ela cheiro mole quem teem ér viado e pra isso ela fala que só o diabo mesmo pra pegar.
Mas ela ér façil,rapido e eficaz (pelomenoseuaxo) e ainda por cima num fala pra niguem por isso procure-a se estiver afim de uma peverçao, pois a marmita aae gosta de putaria rapaz!!
Ah e pra deixar beem claro aqui Marmiteiro pega marmita sim !!
By:Kamila Motta (avizinha) Para: (amarmita) nada contra tu amg ^^
Refrigerante de maconha
A Dixie Elixirs produz refrigerantes de maconha no Colorado, estado norte-americano em que a maconha é legalizada para fins terapêuticos.
Com os sabores limonada, chá doce, limonada rosa, morango, laranja, uva, cerveja de raíz (que nada tem a ver com a cerveja que estamos acostumados), prometem ser uma solução discreta e eficiente para quem faz uso médico de maconha.
A principal vantagem é se beneficiar dos efeitos da Cannabis sem ter que bater de frente (sem dar pala) com o estigma do usuário de drogas. É só beber seu refrigerante com tranquilidade.
Segundo o site da Dixie Elixirs, o produto carbonatado faria com que o efeito fosse mais rápido, proporcionando alívio quase imediato. (sófaltavaisso)
Com os sabores limonada, chá doce, limonada rosa, morango, laranja, uva, cerveja de raíz (que nada tem a ver com a cerveja que estamos acostumados), prometem ser uma solução discreta e eficiente para quem faz uso médico de maconha.
A principal vantagem é se beneficiar dos efeitos da Cannabis sem ter que bater de frente (sem dar pala) com o estigma do usuário de drogas. É só beber seu refrigerante com tranquilidade.
Segundo o site da Dixie Elixirs, o produto carbonatado faria com que o efeito fosse mais rápido, proporcionando alívio quase imediato. (sófaltavaisso)
By:Kamila Motta
As bruxas de salém!
As feiticeiras de Salém
O vilarejo de Salem, um pouco mais ao norte de Boston, na colônia americana da Nova Inglaterra, nos finais do século XVII, o século da colonização, foi tomado de assalto por uma onda de intolerância e de fanatismo religioso, vitimando quase vinte pessoas.
A caça as feiticeiras que então se desencadeou, serviu como um alerta para que os princípios de liberdade religiosa fossem ainda mais assegurados na história futura dos Estados Unidos da América.
A caça as feiticeiras que então se desencadeou, serviu como um alerta para que os princípios de liberdade religiosa fossem ainda mais assegurados na história futura dos Estados Unidos da América.
A visita de Satanás
"É uma certeza que o demônio apresenta-se por vezes na forma de pessoas não apenas inocentes, mas também muito virtuosas".
Rev. John Richards, século XVII
Mister Parris, o pobre reverendo de Sálem, estava exasperado. Betty, a sua única filha de apenas nove anos, acometida por uma série de estranhos espasmos, jogou-se petrificada sobre o leito, negando-se a comer. Naquela perdida cidadezinha, ao norte de Boston, não existiam muitos recursos além de um velho médico que por lá se perdera. Chamado para diagnosticar a doença, atestou para o aterrado pai que menina estava era enfeitiçada e que nada lhes restava a fazer além de uma boa e sincera reza. A conclusão do doutor correu de boca em boca e em pouco tempo os pacatos habitantes do pequeno porto tomaram conhecimento de que Satanás resolvera coabitar com eles.
Simultaneamente outras garotas, as amiguinhas de Betty, começaram a apresentar sintomas semelhantes aos da filha do clérigo. Rolavam pelo chão, imprecavam, salivavam, grunhiam e latiam. Foi um pandemônio. Pressionado a tomar medidas, Parris resolveu chamar um exorcista, um caçador de feiticeiras, que prontamente começou sua investigação.
No século XVII poucos punham em dúvida a existência de bruxas ou de feiticeiras porque uma das máximas daqueles tempos é de que "é uma política do Diabo persuadir-nos que não há nenhum Diabo".
Interrogadas por Cotton Mather, que iria se revelar uma versão americana do inquisidor-mor Torquermada, as garotas contaram que o que havia desencadeado aquela desordem toda foram uns rituais de vodu que elas viram Tituba fazer. Tratava-se de uma escrava negra que viera das Índias Ocidentais e que iniciara algumas delas no conhecimento da magia negra. Durante o último longo inverno da Nova Inglaterra, ela apresentara várias vezes os feitiços para uma platéia de garotas impressionáveis. Educadas no estreito moralismo calvinista e no ódio ao sexo que o Puritanismo devota, aquele cerimonial animista deve ter despertado as fantasias eróticas nelas. Provavelmente culpadas por terem cedido à libido, ou apavoradas por sonhos eróticos, as garotas entraram em choque histérico. Seja como for o caso merecia ser ouvido num tribunal. Toda a cidadezinha se fez então presente no salão comunitário.
Quando colocadas num tribunal especial, presidido pelo juiz S.Sewall, e inquiridas pelos juízes Corwin e Hathorne, as meninas começaram a apontar indistintamente para várias pessoas que estavam na sala apenas como curiosas. O depoimento mais sensacional foi o da escrava Tituba, que não só confessou suas estranhas práticas como afirmou que várias outras pessoas da comunidade também o faziam.
A partir daquele momento a cidadezinha, que já estava sob forte tensão, se transformou. Um comportamento obsessivo tomou conta dos moradores. Uma onda de acusações devastou o lugarejo. Vizinhos se denunciavam, maridos suspeitavam das suas mulheres e vice-versa, amigos de longa data viravam inimigos. Praticamente ninguém escapou de passar por suspeito, de ser um possível agente do demônio. Não demorou para que mais de 300 pessoas fossem acusadas de práticas infames. O tribunal que entrou em função em junho de 1692 somente parou em outubro. Resultou que dezenove pessoas foram enforcadas.
Deteve-se a execução quando as denúncias envolveram figuras eminentes da colônia, tal como a esposa do governador de Massachusetts e o pastor Samuel Willard, presidente do Harvard College . Enquanto a arraia-miúda foi enclausurada, acusada de práticas escusas, poucos se indignaram. O basta naquilo tudo foi dado quando os dedos dos fanáticos ousaram apontar para a elite local. Ainda em 8 de outubro de 1692 circulou uma carta redigida por um intelectual da região, Thomas Brattle, que se horrorizara com os enforcamentos, revelando a loucura coletiva que tomara conta dos aldeãos. Segundo Perry Miller, que estudou as idéias que circulavam pelas colônias americanas daquele século, a letter de Brattle teria sido o primeiro documento iluminista produzido na América do Norte, pois criticou veementemente os prejuízos do fanatismo religioso. Entre outras coisas Battle escreveu: "temo que os anos não apagarão esta desgraça, esta nódoa que essas coisas lançaram sobre nossa terra". E os processos dos endemoniados de Salém assim como começaram, num repente terminaram.
Simultaneamente outras garotas, as amiguinhas de Betty, começaram a apresentar sintomas semelhantes aos da filha do clérigo. Rolavam pelo chão, imprecavam, salivavam, grunhiam e latiam. Foi um pandemônio. Pressionado a tomar medidas, Parris resolveu chamar um exorcista, um caçador de feiticeiras, que prontamente começou sua investigação.
No século XVII poucos punham em dúvida a existência de bruxas ou de feiticeiras porque uma das máximas daqueles tempos é de que "é uma política do Diabo persuadir-nos que não há nenhum Diabo".
Interrogadas por Cotton Mather, que iria se revelar uma versão americana do inquisidor-mor Torquermada, as garotas contaram que o que havia desencadeado aquela desordem toda foram uns rituais de vodu que elas viram Tituba fazer. Tratava-se de uma escrava negra que viera das Índias Ocidentais e que iniciara algumas delas no conhecimento da magia negra. Durante o último longo inverno da Nova Inglaterra, ela apresentara várias vezes os feitiços para uma platéia de garotas impressionáveis. Educadas no estreito moralismo calvinista e no ódio ao sexo que o Puritanismo devota, aquele cerimonial animista deve ter despertado as fantasias eróticas nelas. Provavelmente culpadas por terem cedido à libido, ou apavoradas por sonhos eróticos, as garotas entraram em choque histérico. Seja como for o caso merecia ser ouvido num tribunal. Toda a cidadezinha se fez então presente no salão comunitário.
Quando colocadas num tribunal especial, presidido pelo juiz S.Sewall, e inquiridas pelos juízes Corwin e Hathorne, as meninas começaram a apontar indistintamente para várias pessoas que estavam na sala apenas como curiosas. O depoimento mais sensacional foi o da escrava Tituba, que não só confessou suas estranhas práticas como afirmou que várias outras pessoas da comunidade também o faziam.
A partir daquele momento a cidadezinha, que já estava sob forte tensão, se transformou. Um comportamento obsessivo tomou conta dos moradores. Uma onda de acusações devastou o lugarejo. Vizinhos se denunciavam, maridos suspeitavam das suas mulheres e vice-versa, amigos de longa data viravam inimigos. Praticamente ninguém escapou de passar por suspeito, de ser um possível agente do demônio. Não demorou para que mais de 300 pessoas fossem acusadas de práticas infames. O tribunal que entrou em função em junho de 1692 somente parou em outubro. Resultou que dezenove pessoas foram enforcadas.
Deteve-se a execução quando as denúncias envolveram figuras eminentes da colônia, tal como a esposa do governador de Massachusetts e o pastor Samuel Willard, presidente do Harvard College . Enquanto a arraia-miúda foi enclausurada, acusada de práticas escusas, poucos se indignaram. O basta naquilo tudo foi dado quando os dedos dos fanáticos ousaram apontar para a elite local. Ainda em 8 de outubro de 1692 circulou uma carta redigida por um intelectual da região, Thomas Brattle, que se horrorizara com os enforcamentos, revelando a loucura coletiva que tomara conta dos aldeãos. Segundo Perry Miller, que estudou as idéias que circulavam pelas colônias americanas daquele século, a letter de Brattle teria sido o primeiro documento iluminista produzido na América do Norte, pois criticou veementemente os prejuízos do fanatismo religioso. Entre outras coisas Battle escreveu: "temo que os anos não apagarão esta desgraça, esta nódoa que essas coisas lançaram sobre nossa terra". E os processos dos endemoniados de Salém assim como começaram, num repente terminaram.
By:Kamila Motta
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Uma Criatura
Sei de uma criatura antiga e formidável,
Que a si mesma devora os membros e as entranhas,
Com a sofreguidão da fome insaciável.
Habita juntamente os vales e as montanhas;
E no mar, que se rasga, à maneira do abismo,
Espreguiça-se toda em convulsões estranhas.
Traz impresso na fronte o obscuro despotismo;
Cada olhar que despede, acerbo e mavioso,
Parece uma expansão de amor e egoísmo.
Friamente contempla o desespero e o gozo,
Gosta do colibri, como gosta do verme,
E cinge ao coração o belo e o monstruoso.
Para ela o chacal é, como a rola, inerme;
E caminha na terra imperturbável, como
Pelo vasto arealum vasto paquiderme.
Na árvore que rebenta o seu primeiro gomo
Vem a folha, que lento e lento se desdobra,
Depois a flor, depois o suspirado pomo.
Pois essa criatura está em toda a obra:
Cresta o seio da flor e corrompe-lhe o fruto,
E é nesse destruir que as suas forças dobra.
Ama de igual amor o poluto e o impoluto;
Começa e recomeça uma perpétua lida;
E sorrindo obedece ao divino estatuto.
Tu dirás que é a morte; eu direi que é a vida.
Que a si mesma devora os membros e as entranhas,
Com a sofreguidão da fome insaciável.
Habita juntamente os vales e as montanhas;
E no mar, que se rasga, à maneira do abismo,
Espreguiça-se toda em convulsões estranhas.
Traz impresso na fronte o obscuro despotismo;
Cada olhar que despede, acerbo e mavioso,
Parece uma expansão de amor e egoísmo.
Friamente contempla o desespero e o gozo,
Gosta do colibri, como gosta do verme,
E cinge ao coração o belo e o monstruoso.
Para ela o chacal é, como a rola, inerme;
E caminha na terra imperturbável, como
Pelo vasto arealum vasto paquiderme.
Na árvore que rebenta o seu primeiro gomo
Vem a folha, que lento e lento se desdobra,
Depois a flor, depois o suspirado pomo.
Pois essa criatura está em toda a obra:
Cresta o seio da flor e corrompe-lhe o fruto,
E é nesse destruir que as suas forças dobra.
Ama de igual amor o poluto e o impoluto;
Começa e recomeça uma perpétua lida;
E sorrindo obedece ao divino estatuto.
Tu dirás que é a morte; eu direi que é a vida.
By:Kamila Motta Machado de Assis
The Catalyst
Quando eu fechar meus olhos esta noite
Para sinfonias de luzes ofuscantes
Deus salve a todos nós
Quando queimarmos dentro do fogo de mil sóis
Como lembranças em uma decadência fria
Transmissões ecoando longe
Longe do mundo de você e eu
Onde os oceanos sangram em direção ao céu ♫
Para sinfonias de luzes ofuscantes
Deus salve a todos nós
Quando queimarmos dentro do fogo de mil sóis
Como lembranças em uma decadência fria
Transmissões ecoando longe
Longe do mundo de você e eu
Onde os oceanos sangram em direção ao céu ♫
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